Teatro Experimental do Porto

O grande tratado da encenação
No âmbito da Trilogia da juventude

Novembro

7 Qua & 8 Qui 21.00h
17 Sáb 16.00h


CAMPO ALEGRE Palco do Auditório

7.50€ (p/ espetáculo) • 15.00€ (Bilhete conjunto: O grande tratado da encenação + A tecedeira que lia Zola + Maioria absoluta)
>12

bilhetes

Texto e Cocriação Gonçalo Amorim e Rui Pina Coelho
Encenação e Cocriação Gonçalo Amorim
Cenografia e Figurinos e Cocriação Catarina Barros
Assistente de cenografia e figurinos Susana Paixão
Desenho de Luz e Cocriação Francisco Tavares Teles
Assistente de Desenho de Luz Renato Marinho
Música e Cocriação Pedro João
Interpretação e Cocriação Catarina Gomes, Pedro Galiza, Sara Barros Leitão
Coprodução Teatro Municipal de Matosinhos - Constantino Nery
Duração aprox.: 1h00 
Discutem a utopia de um país novo, como se de um novo espetáculo de teatro se tratasse. 
Em 1962, António Pedro escreve “Pequeno Tratado da Encenação”, uma obra que terá um significativo impacto no teatro português do seu tempo, em particular entre o teatro de amadores e entre a geração estará na charneira da formação do teatro independente em Portugal, na medida em que descobrem ali um manual para a construção de um teatro de exigência artística. António Pedro introduz em Portugal uma discussão estruturante para a aventura do teatro de arte europeu: a defesa da encenação como um discurso organizador do espetáculo e como um dispositivo revelador de uma visão única e autoral.
A partir da obra de António Pedro, o TEP construiu uma situação dramática onde três jovens projetam a invenção de um país que ainda não existe. Discutem a utopia de um país novo, como se de um novo espetáculo de teatro se tratasse. Lá fora pressente-se que o mundo se transforma. Cá dentro, aproveitando a energia dos melhores anos da juventude, projeta-se, lê-se, discute-se, argumenta-se sobre qual a melhor maneira de construir um país novo (ou somente um novo espetáculo). Para quando as portas se abrirem todos poderem estar preparados.

O Teatro Experimental do Porto (TEP) é a mais antiga companhia teatral portuguesa e percursora do teatro moderno, tendo estreado o primeiro espetáculo em 1953, sob a direção artística de António Pedro. Em 2012, a direção artística foi assumida por Gonçalo Amorim, encenador residente desde 2010. 
Teatro Experimental do Porto - © Francisco Teixeira

© Francisco Teixeira

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