Teatro Experimental do Porto

A tecedeira que lia Zola
No âmbito da Trilogia da juventude

Novembro

9 Sex 21.00h
10 Sáb 19.00h
11 Dom 17.00h
17 Sáb 18.00h


CAMPO ALEGRE Palco do Auditório

7.50€ (p/ espetáculo) • 15.00€ (Bilhete conjunto: O grande tratado da encenação + A tecedeira que lia Zola + Maioria absoluta)
>14 

bilhetes

Encenação, texto e cocriação Gonçalo Amorim
Apoio Dramatúrgico e cocriação Rui Pina Coelho
Cenografia, Figurinos e cocriação Catarina Barros
Assistente de cenografia e figurinos Susana Paixão
Desenho de Luz e cocriação Francisco Tavares Teles
Assistente de desenho de luz Renato Marinho
Música e cocriação Pedro João
Interpretação e cocriação Bruno Martins, Catarina Gomes, Tiago Jácome, Sara Barros Leitão
Construção de Cenário Móveis Maia
Coprodução Teatro Municipal do Porto
Agradecimentos Ana Fernandes, Anabela Amorim, Aníbal Beirão, As Boas Raparigas, Filomena Vieira, Jorge Costa, José Pacheco Pereira, Manuela Juncal, Maria do Céu Costa, Miguel Cardina, Ricardo Nogueira, Rui Guerreiro, TUP
Duração aprox.: 1h30 
Juventude, amor, revolução, libido e realidade confundem-se e misturam-se com disciplina, regras, capitalismo, clandestinidade e utopia. 
Portugal, anos 70. Inspirados pelos movimentos revolucionários da época, jovens portugueses, burgueses, urbanos e letrados decidem abandonar os seus estudos ou os seus primeiros empregos e rumam em direção às fábricas e aos campos para fazer a "revolução cultural". Clandestinos, enquanto pregam a revolução, pegam em enxadas e manobram máquinas agrícolas e fabris. Na mala guardam o Germinal de Émile Zola, o Livro Vermelho de Mao Tsé-Tung, o existencialismo de Jean-Paul Sartre e muita vontade de mudar o mundo. Juventude, amor, revolução, libido e realidade confundem-se e misturam-se com disciplina, regras, capitalismo, clandestinidade e utopia. São jovens a tentar viver os seus melhores anos. “A Tecedeira que Lia Zola” é o segundo espetáculo da Trilogia da Juventude do TEP, cujas peças se centram, respetivamente, no Portugal dos anos 1950, 1970 e 1990.

O Teatro Experimental do Porto (TEP) é a mais antiga companhia teatral portuguesa e percursora do teatro moderno, tendo estreado o primeiro espetáculo em 1953, sob a direção artística de António Pedro. Em 2012, a direção artística foi assumida por Gonçalo Amorim, encenador residente desde 2010.
Teatro Experimental do Porto - © José Caldeira

© José Caldeira

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