PHILIPPE QUESNE (FR)


La Mélancolie des Dragons

Sex 16 Fev / 21h30


Grande Auditório • Rivoli

10,00EUR • M/12 

bilhetes

Concepção, Direção e Cenografia Philippe Quesne
Com Isabelle Angotti, Rodolphe Auté, Joachim Fosset, Cyril Gomez-Mathieu, Sébastien Jacobs, Victor Lenoble, Émilien Tessier, Gaëtan Vourc’h e Snæbjörn Brynjarsson
Produção Geral Nanterre-Amandiers – centre dramatique national
Produção do Espetáculo Vivarium Studio
Coprodução Wiener Festwochen (Viena), Hebbel am Ufer (Berlim), La rose des vents - Scène nationale de Lille Métropole à Villeneuve d’Ascq, Nouveau théâtre - Centre dramatique national de Besançon, Ménagerie de Verre - Paris, Le Forum - Scène conventionnée de Blanc-Mesnil, Le Carré des Jalles, Festival Perspectives de Sarrebruck
Com o apoio de Région Île-de-France, do Parc de la Villette e Centre National du Théâtre.
Duração aprox. 1h20 
Um grupo de hard rockers come batatas fritas dentro de um Citroën AX totalmente imobilizado, no meio de uma paisagem gelada pela neve que cai. 
Tudo está calmo, o tempo parou devido a um problema técnico. Instalados num local de algodão, os dragões e o seu cão vão encontrar o Snow White e construir um parque de diversões minimalista e multifuncional. Um projetor, uma máquina de fumo, algumas perucas, o hit “Still Loving You”, dos Scorpions, toca no rádio gravador: o maravilhoso pode assim nascer de qualquer coisa, desde que se embarque num sonho comum. A melancolia não é apenas um embaraço, pode originar momentos de êxtase inigualável.
Philippe Quesne trabalha de acordo com o principio básico do jogo do dominó: a última cena de um espetáculo dá o mote para a primeira cena do espetáculo seguinte, abrindo assim um vasto campo de reflexão. O início do espetáculo remete-nos ao final de “L’Effect Serge”, um espetáculo onde a personagem presente inventou pequenos efeitos especiais no seu apartamento. Este espetáculo é pejado de referencias literárias, musicais e pictóricas, incluindo a gravura de Dürer, “Melancolia”: um corpo de sonho(s) é a base de várias projeções emitidas pela sua mente. A questão é, por isso, deixada em cima da mesa: como se organiza a vida à volta de um corpo melancólico?

PHILIPPE QUESNE • Após uma formação em artes plásticas e de uma dezena de anos como cenógrafo de teatro e exposições, Philippe Quesne fundou a companhia Vivarium Studio, em 2003, reunindo um grupo de trabalho composto por atores, artistas plásticos e músicos. Iniciaram o trabalho desenvolvendo uma dramaturgia contemporânea a partir de dispositivos cénicos presentes nos seus ateliers de trabalho, os “espaços vivarium”, a fim de estudarem os microcosmos humanos. Do repertório fazem parte espetáculos como “La Démangeaison des ailes”, 2004, Des Expériences”, 2004, “D’après Nature”, 2006 ; “L’Effet de Serge”, 2007 ; “La Mélancolie des dragons”, 2008 e “Swamp Club”, de 2013, apresentado no Teatro Rivoli em 2015.
Paralelamente, Quesne constrói performances para espaço público e intervenções para espaços mais inusitados, como locais no meio da natureza. Desde 2014 é diretor do Théâtre Nanterre-Amandiers, em França. 


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CONVERSA PÓS-ESPETÁCULO COM INÊS NADAIS •   SEX 16 FEV 
Editora de Cultura e Jornalista do Público
 
PHILIPPE QUESNE (FR) -

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