Né Barros

com Haarvol e Digitópia
Revoluções
Estreia

Novembro

16 Sex 21.00h & 17 Sáb 19.00h


RIVOLI Grande Auditório

7.50€ • >16

bilhetes

Direção e Coreografia Né Barros
Vídeo e Música Haarvöl
Música Digitópia Casa da Música com temas originais e execução de obras de Parmegiani (Pop Ecletic), Stockhausen (Studie II), Cage (Sonatas 1,2,3,5 para piano preparado) e Reich (Pendulum)
Direção Musical José Alberto Gomes
Piano Duarte Cardoso
Figurinos Né Barros, Manuel Casimiro
Desenho de Luz José Álvaro Correia
Fotografia Pedro Figueiredo
Intérpretes Deeogo Oliveira, Elisabete Magalhães, Francesca Perrucci, José Meireles, Júlio Cerdeira, Sónia Cunha
Coprodução Teatro Municipal do Porto, Balleteatro
Comunicação Sandra Mesquita
Fotografia Pedro Figueiredo
Design Telmo Sá (Estúdio Ás)
Apoio à Residência Artística 23 Milhas
Apoio Companhia Instável
O espetáculo insere-se no programa de atividades de investigação do Grupo de Estética, Política e Conhecimento do Instituto de Filosofia da Universidade do Porto

Duração aprox. 1h 

em paralelo

Todas as razões para fazermos uma revolução estão aí. Não falta nenhuma.
O naufrágio da política, a arrogância dos poderosos, o reinado do falso, a vulgaridade dos ricos, os cataclismos da indústria, a miséria galopante, a exploração, o apocalipse ecológico… de nada estamos privados, nem sequer de estar informados de tudo isto…Todas as razões estão reunidas, contudo, não são as razões que fazem as revoluções; são os corpos. E os corpos estão diante dos écrans.  Comité Invisible 

Na sua escalada, as revoluções produzem um efeito de expansão que pode ter proporções gigantescas, mas podem também tratar-se de mudanças profundas e íntimas, mudanças invisíveis, podem produzir desilusões ou traumas, podem ser aberturas como fechamentos, podem ir da utopia às distopias. Este projeto de cruzamento disciplinar entre coreografia, instalação, imagem e música, conta com o coletivo Haarvöl e com a Digitópia, da Casa da Música. Em cena, são criados dispositivos que nos permitam viver as revoluções e as suas multiplicidades históricas e imaginárias.


Né Barros
é coreógrafa e bailarina, e tem desenvolvido, ao longo da sua carreira, uma ligação aos trabalhos científicos. Nos seus projetos tem colaborado com artistas de fotografia, música, artes plásticas e cinema. Além do balleteatro, estrutura que dirige e fundou, trabalhou com a Companhia Nacional de Bailado, com o Ballet Gulbenkian e com a Aura Dance Company. Fundou o festival Family Film project. É professora na ESAP e docente convidada em diversas instituições. Tem publicados diversos artigos de teoria e estética das artes performativas.
Conversa pós-espetáculo com Rossana Mendes Fonseca - © Pedro Figueiredo

© Pedro Figueiredo

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