MAGUY MARIN (FR)


BiT
Estreia Nacional

Sáb 29 Abr ⁄ 21h30


Grande Auditório MO • Rivoli

10,00EUR • M/12  

bilhetes

Concepção Maguy Marin
Interpretação Ulises Alvarez, Kaïs Chouibi, Laura Frigato, Daphné Koutsafti, Françoise Leick, Cathy Polo, Ennio Sammarco, Marcelo Sepulveda
Direção Técnica e Luz Alexandre Béneteaud
Música Charlie Aubry
Cenário e Acessórios Louise Gros e Laura Pignon
Figurinos Nelly Geyres com o apoio de Raphael Lo Bello
Som Antoine Garry Loic Goubet
Cenografia Albin Chavignon
Coprodução Théâtre Garonne, Scène européenne, Toulouse, Théâtre de la ville / Festival d’automne à Paris, Monaco Dance Forum - Les ballets de Monte-Carlo. Opéra de Lille. La Filature, Scène nationale de Mulhouse. théâtre Garonne de Toulouse. Ballet du Nord - Centre Chorégraphique National de Roubaix Nord de Calais. Charleroi Danses - Le Centre chorégraphique de la Fédération Wallonie - Bruxelles. MC2: maison de la culture de Grenoble. Théâtre de Nîmes - scène conventionnée pour la danse contemporaine. Compagnie Maguy Marin.
Com o apoio de Biennale de la danse de Lyon e do Théâtre National Populaire.
Duração aprox. 1h 
Maguy Marin assina com “BiT” o seu 49º espetáculo em mais de 40 anos de carreira. 
No centro deste espetáculo, o ritmo assume particular relevância. Mais lento ou mais apressado, mais duro ou mais suave. O título refere-se ao termo do computador para a unidade de base que mede a informação. Esta pequena palavra dá a primeira unidade rítmica que serve como base a este espetáculo, sendo que se forma o cenário a partir de então, com uma sucessão incessante de impulsos e tensões, num movimento constante, orquestrado por um rigor que confere à dança um ritmo alegre e, ao mesmo tempo, desesperado. De forma obsessiva, os bailarinos – quais indivíduos de uma sociedade de emoções díspares – cedem aos movimentos que não param, criando uma dança colectiva e individual que se confunde a todo o momento. Ritmos que se assumem como rituais que o tempo não esqueceu, recordando danças tradicionais e rituais ancestrais, alguns deles macabros. Um movimento constante que leva ao desgaste físico e mental, criando um dominação que a dança exerce na vida de cada um (estará aqui a metárora para analisarmos, de uma forma mais eficaz, a sociedade contemporânea?). De uma coisa temos a certeza: “BiT” leva-nos às profundezas da nossa humanidade e questiona as nossas responsabilidades individuais na agitação coletiva dos dias. 

MAGUY MARIN • Com 66 anos de idade e mais de 40 anos de carreira, Maguy Marin nasceu ascida em Toulouse, França, no seio de uma família de refugiados espanhóis. Influenciada pela obra de Samuel Beckett, e tendo sido discípula de Béjart, a coreógrafa iniciou, nos anos 80, em França, um caminho por territórios que Pina Bausch percorreria ao mesmo tempo na Alemanha: uma dança-teatro que nos revela a nossa verdadeira humanidade. Recentemente a sua carreira foi premiada com o Leão de Ouro na Bienal de Veneza, em Itália.


Com o apoio de


MAGUY MARIN (FR) - © Herve Deroo

© Herve Deroo

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