CLÁUDIA DIAS (FITEI 2016)


Segunda-Feira: Atenção à Direita

Coprodução

Junho

Sex 10 JUN ⁄ 21h30 • Sáb 11 JUN ⁄ 19h00


RIVOLI Palco do Grande Auditório

7,50 eur • M/12 

Duração: 55 min.

bilhetes

Conceito e direção artística Cláudia Dias
Artista convidado Pablo Fidalgo Lareo
Intérpretes Cláudia Dias, Jaime Neves, Karas
Olhar Crítico – Sete Anos, Sete Peças Jorge Louraço Figueira
Treinador de Boxe Tailandês Jaime Neves
Direção técnica Nuno Borda D’Água
Cenografia e desenho de luz:Thomas Walgrave
Produção Alkantara
Residências artísticas Espaço Alkantara, Göteborg Dance and Theatre Festival e Vitlycke Centre for Performing Arts, com o apoio de KID Gothemburg, Teatro Extremo /Teatro - Estúdio António Assunção; Companhia de Dança de Almada; O Espaço do Tempo; Teatro Municipal do Porto.
Coprodução Teatro Municipal do Porto, Alkantara, Câmara Municipal de Almada, Goethe Institut, Maria Matos Teatro Municipal, Noorderzon Performing Arts Festival Groningen
Coapresentação Alkantara com o apoio NXTSTP ⁄ Programa Cultura da União Europeia
Apoios EUROPOLY é um projeto Europeu para teatro e cinema do Goethe Institut em cooperação com Munchner Kammerspiele, Onassis Cultural-Centre Athens, Sirenos – Vilnius International Theatre Festival, Maria Matos Teatro Municipal e Tiger Dublin Fringe. NXTSTP/Programa Cultura da União Europeia. O projeto Sete Anos Sete Peças é apoiado pela Câmara Municipal de Almada
 
O primeiro espetáculo do ciclo de sete peças que Cláudia Dias criará ao longo dos próximos sete anos propõe-se reconstituir um combate de boxe. Punhos cerrados, full contact, uma coisa parece certa: Cláudia e Jaime vão dar e levar na boca, literal e metaforicamente.
Pertencentes a uma comunidade que tem sido levada ao tapete vezes sem conta, quando se esmurrarem com argumentos, entre os prometidos sangue, suor e lágrimas, far-se-á luz, como nas fábulas esclarecidas. Ao sentimento de opressão, de que se libertam combatendo, opor-se-á o sentimento de solidariedade, entre pares, que se reforça no combate, quando eles se reconhecerem como iguais. Punhos cerrados. Destas forças contrárias, sai atrito para passar das palavras aos atos.  


Cláudia Dias nasceu em Lisboa, em 1972. É coreógrafa, performer e professora. Iniciou o seu trabalho como intérprete no Grupo de Dança de Almada. Integrou o coletivo Ninho de Víboras. Colaborou com a Re.Al tendo sido uma intérprete central na estratégia de criação de João Fiadeiro e no desenvolvimento, sistematização e transmissão da Técnica de Composição em Tempo Real. Criou as peças “One Woman Show”, “Visita Guiada”, “Das coisas nascem coisas”, “Vontade De Ter Vontade” e “Nem tudo o que dizemos tem de ser feito nem tudo o que fazemos tem de ser ditto”. Lecciona, desde 2007, de forma regular, oficinas nas áreas da Composição Coreográfica e da Técnica de Composição em Tempo Real. O seu trabalho como coreógrafa, performer e professora tem sido acolhido por várias estruturas, teatros e festivais nacionais e internacionais.

CONVERSA PÓS-ESPETÁCULO
COM INÊS DE CARVALHO
Cenógrafa, criadora de projetos nas artes visuais e performativas, artista-educadora

AQUECIMENTO PARALELO • SÁB 11 JUN ⁄ DAS 17H00 ÀS 18H00
COM FLÁVIO RODRIGUES
*Gratuito mediante apresentação de bilhete para o espetáculo
** "Aquecimento Paralelo" é um projeto coordenado por Cristina Planas Leitão, onde todos os espectadores são convidados a aprenderem a qualidade de movimento, sensações ou ideias coreográficas que estão na base de um determinado espetáculo, mesmo antes de o verem.


Coapresentação




Apoio

 

  
CLÁUDIA DIAS (FITEI 2016) - © José Caldeira

© José Caldeira

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