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Qui 11 Outubro 2018

FIMP – Festival Internacional de Marionetas do Porto 2018
Porque é que “Quarta-feira: O tempo das cerejas” é visto como uma viagem entre os anos 70 e 2041? Que espetáculo é este e o que procura trabalhar nesta nova etapa do projeto continuado “Sete Anos Sete Peças”?

A peça é, em termos textuais, uma cronologia compreendida entre 1970, década em que a equipa nuclear desta criação nasceu e em que se inicia a implantação do programa neoliberal com os Chicago Boys, primeiro na América Latina e posteriormente, nos anos 80, nas democracias europeias, e o ano de 2071 quando se irá comemorar os 200 anos da Comuna de Paris. Quarta-feira, é a terceira criação do Projeto Sete Anos Sete Peças e procura dar continuidade, a um trabalho artístico que olha para as realidades sociais e políticas à nossa volta.

Falando neste ciclo de peças, do qual o Teatro Municipal do Porto é coprodutor, qual a ideia que norteou a concretização das mesmas e o porquê de convidados exteriores a integrar criativamente os trabalhos, associando os dias da semana a cada um dos títulos?

Os princípios que nortearam o desenho deste projeto foram essencialmente reclamar o direito a construir futuro enquanto artista, cidadã e mulher portuguesas; criar um embate com a ideia de ausência de alternativas criando todo um discurso na direção da abertura de possibilidades; pensar as questões relacionadas com o tempo no ato e no processo criativos; e com a ideia de encontro com o outro em dissenso, ou seja, um encontro que não necessita de consenso para existir. Um encontro não romantizado, negocial e de combate (caso seja necessário). O uso dos dias-da-semana como títulos das sete peças constitui uma referência à obra Licht de Stockhausen, mais concretamente ao facto do compositor ter demorado 27 anos a realizá-la. É mais uma vez uma chamada de atenção para a questão do uso do tempo e para a necessidade imperiosa de desacelerar.

Qual o próximo trabalho e qual a base de investigação para a sua concretização?

A próxima criação será, obviamente, Quinta-feira, a quarta peça do ciclo. A convidada é a artista Basca Idoia Zabaleta. E o princípio é o mesmo das peças anteriores - não saber, não pré determinar, permitir que o primeiro dia de trabalho, no qual nos colocamos frente a frente num dispositivo de espera, possa acontecer da forma mais "virgem" possível. A partir desse dispositivo de espera alguém irá fazer um primeiro gesto que será o gesto fundador da peça. O que sei é que a mudança de artistas homens para artistas mulheres induz a um estar mais cúmplice e talvez a uma abordagem das questões ligadas à micropolítica e à biopolítica. Mas só no final saberemos se esta intuição está correta.

Fotografia © Bruno Simão

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PRESENTE!: neste Natal ofereça dois lugares do TMP

Qui 6 Dezembro 2018

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O Teatro Municipal do Porto lança, mais uma vez, o PRESENTE!, um voucher que permite a todos os interessados adquirir e oferecer um produto diferenciador nesta época festiva. 

João Pais Filipe e Valentina Magaletti: Uma história de amor

Sáb 24 Novembro 2018

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Esta é uma história de amor “musical”:
Conheceram-se a 1 de dezembro de 2017, aquando do concerto dos britânicos Tomaga no Subpalco do Rivoli e agora, 364 dias depois – a 30 de novembro -, João Pais Filipe e Valentina Magaletti apresentam um disco a quatro mãos, "Golden Path", no mesmo local onde se conheceram.

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Seg 19 Novembro 2018

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Um registo livre a partir dos espetáculos da temporada para reativar o discurso das conversas pós-espetáculo e repensar o nosso tempo.

HHY & The Macumbas apresentam o novo álbum no Subpalco do Teatro Rivoli

Seg 12 Novembro 2018

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Num concerto do ciclo Understage, desta vez em coprodução com a Amplificasom, HHY & The Macumbas apresentam o novo álbum: “Beheaded Totem”, dia 16 de novembro, às 23h00 no Subpalco do Teatro Rivoli. 

Trilogia da juventude do TEP apresentada na íntegra no Teatro Campo Alegre

Qua 7 Novembro 2018

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Entre os dias 7 e 17 de novembro, o Teatro Experimental do Porto (TEP) apresenta, na íntegra, a “Trilogia da juventude” no Teatro Campo Alegre.

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Né Barros

Qui 25 Outubro 2018

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sobre "Revoluções"

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Ter 23 Outubro 2018

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Nos dias 26 e 27 de outubro, sexta-feira e sábado, o coreógrafo e bailarino, François Chaignaud, e o artista visual, Nino Laisné, apresentam em estreia nacional o espetáculo “Romances inciertos — un autre Orlando”, no Salão Árabe do Palácio da Bolsa

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Qui 27 Setembro 2018

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Seg 10 Setembro 2018

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Qui 6 Setembro 2018

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1ª Parte — Tiago Guedes

A temporada 2018/2019 do Teatro Municipal do Porto — Rivoli e Campo Alegre será apresentada em dois tempos e em duas agendas de programação.

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Sáb 1 Setembro 2018

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Temporadas 17/18 & 18/19

O coreógrafo Marco da Silva Ferreira e o encenador Jorge Andrade (mala voadora) são os primeiros artistas associados do Teatro Municipal do Porto.