Jorge Louraço Figueira & Rodrigo Santos
A grande guerra do Patoá
em colaboração com Pedro Alves, Ricardo Megre, Francisco Rua & Pedro Ferraz (Universidade Católica do Porto)
Estreia
Programa Paralelo
Janeiro
2019
Sáb
19
Dom
20
Sinopse
Avô: Comprimidas pelas margens do rio, as palavras que se usam no Porto para dar o nome às coisas nem sempre são as mesmas que se usam noutros lugares. Pode ser do clima. Por exemplo, um chapéu-de-chuva não serve para nada, aqui. Com a pluviosidade média mensal, às vezes nem um guarda-chuva serve, quanto mais um chapéu. O que é preciso é ter um chuço sempre à mão, essa é que essa. Com a palavra certa, parece que chove menos.
João: As palavras são para as ocasiões. A ocasião faz a palavra, a palavrinha, o palavrão. Eu cresci ali onde o mapa de Portugal se dobra em quatro, com família de todos os lados, e o dia de natal era sempre uma batalha de palavreado para os netos, as primas, os tios e as avós se entenderem com o nome dos doces. O meu avô dizia que era a grande guerra do Patoá / Portugalês. E era! Se eu não acertasse no nome do frito, ficava a ver navios.
Jorge Louraço Figueira (1973) escreveu as peças “À Espera de Beckett”, “Xmas qd Kiseres” e “O Espantalho Teso”; e encenou “Conta-me Como É”, com textos de Pedro Marques, Jorge Palinhos e Sandra Pinheiro. É docente na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE). Foi dramaturgo residente no Teatrão, em Coimbra; diretor artístico do Teatro Oficina, em Guimarães; e crítico de teatro no jornal Público. No Brasil, publicou “Verás Que Tudo É Verdade, sobre o Folias”
João: As palavras são para as ocasiões. A ocasião faz a palavra, a palavrinha, o palavrão. Eu cresci ali onde o mapa de Portugal se dobra em quatro, com família de todos os lados, e o dia de natal era sempre uma batalha de palavreado para os netos, as primas, os tios e as avós se entenderem com o nome dos doces. O meu avô dizia que era a grande guerra do Patoá / Portugalês. E era! Se eu não acertasse no nome do frito, ficava a ver navios.
Jorge Louraço Figueira (1973) escreveu as peças “À Espera de Beckett”, “Xmas qd Kiseres” e “O Espantalho Teso”; e encenou “Conta-me Como É”, com textos de Pedro Marques, Jorge Palinhos e Sandra Pinheiro. É docente na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE). Foi dramaturgo residente no Teatrão, em Coimbra; diretor artístico do Teatro Oficina, em Guimarães; e crítico de teatro no jornal Público. No Brasil, publicou “Verás Que Tudo É Verdade, sobre o Folias”
Info sobre horário e bilhetes
Sáb
19.01
11:30
14:30
Dom
20.01
11:30
RivoliPequeno Auditório
Informação adicional
- Texto Jorge Louraço Figueira
Interpretação Rodrigo Santos
Realização e argumento Ricardo Megre
Produção e argumento Pedro Alves
Desenho de som Francisco Rua e Pedro Ferraz
Duração 30 mins
Texto biografia autores
Ficha técnica
- Entrada gratuita • >6



