Bruno Senune

A deriva dos olhos

Janeiro

19 Sáb 16.30h
20 Dom 15.00h


RIVOLI Café

Entrada gratuita • >6
Conceção e Interpretação Bruno Senune
Composição musical Flávio Rodrigues
Desenho de luz e técnica Zeca Iglésias
Textos e documentação Telma João Santos
Figurinos Carlota Lagido
Máscara Susana Chiocca
Cenografia Bruno Senune com a colaboração de Flávio Rodrigues
Fotografia Margarida Ribeiro
Gravação vídeo Eva Ventura Ângelo
Residências Artísticas balleteatro, Circular Festival de Artes Performativas, O Espaço do Tempo
Coprodução Circular Festival de Artes Performativas
Apoio Bolsa Jovens Criadores 2016 - Centro Nacional de Cultura, Instituto Português do Desporto e Juventude
Apoio para a Internacionalização Fundação Calouste Gulbenkian

Duração aprox. 25 mins 
“A Deriva dos Olhos” é uma construção poética sobre o caos, a impotência, a destruição do desejo, o cansaço extremo e o caminho percorrido até uma possível metamorfose que permita a sobrevivência.  
A pesquisa de formas de metamorfosear o corpo, a perceção do mesmo e daquilo que o caracteriza, como metáfora para outras possibilidades de entendimento do mesmo enquanto motor identitário imagético. A exposição da fragilidade e de uma narrativa de sobrevivência, a tristeza que se festeja, a mudança que é necessária para continuar a percorrer os lugares da vida, o limbo constante entre o equilíbrio e a queda, o alívio por entre a ansiedade da impossibilidade. 


Bruno Senune nasceu em Aveiro, em 1992. Atualmente vive no Porto. Concluiu o curso de intérprete de dança contemporânea no Balleteatro Escola Profissional em 2011. Colaborou frequentemente como intérprete com Tânia Carvalho, Né Barros, Flávio Rodrigues, Joana von Mayer Trindade e Hugo Calhim Cristovão. Como autor cria “Lonely” (2015) em colaboração com Flávio Rodrigues, “Malheureux que je Suis” (instalação vídeo, 2016) e os solos “Kid As King” (2016), “A Deriva dos Olhos” (2017), “prenúncio de uma profunda melancolia” (2019).
Bruno Senune - © Margarida Ribeiro

© Margarida Ribeiro